20 de mai de 2013



estudo com esmero
a mecânica do teu corpo
teus ombros largos
me oferecem o abrigo
que não quero
e é tão difícil dizer-te
que desejo o caos
a calmaria dos teus braços
então escrevo.

2 comentários:

  1. olha aí minha amiga, o caos, pulso vivo da nossa existência...

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  2. Sempre o caos minha poeta, sempre...Obrigada pela leitura!

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