12 de jun de 2013

Notas abelardianas ou o fim

Esqueci as chaves. Impaciente sou. Me olhas assim, tão desajustado e eu aquiquerendomuito o fundo do oceano. Novas mentiras me interessam. E tem o jazz, aquele na vitrola do meu coração. Seco. Vai, Abelardo, ser livre na vida, que já sou. Não tua, mas da poesia. Inevitável.

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